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PPAIVA-JORNALISTA E RADIALISTA
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quarta-feira, 13 de abril de 2011

ANIVERSÁRIO DE FORTALEZA


ANIVERSÁRIO DE FORTALEZA

Depois de Aquiraz, veio Fortaleza ser a capital do estado do Ceará. É bom que se frise, que ainda em meados de 1800, Fortaleza não havia se tornado capital do Estado. Contudo, ao mesmo tempo em que a então capital tinha a influência dos sesmeiros (proprietários das sesmarias onde o gado era criado), Fortaleza tinha o apoio dos militares, governantes e passou a deter maior número de repartições públicas e serviços para atender a população e os negócios da cidade. “A partir de 1800, Fortaleza já havia ultrapassado Aquiraz, daí ter passado a capital do Estado, em 1821, foi apenas uma consequência desse desenvolvimento”. Há quem questione a data da fundação da cidade de Fortaleza, como o pesquisador Cristiano Câmara, que afirma ser o dia 13 de abril de 1726, o da instituição da vila da Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção.

Câmara apresenta documentos afirmando ser mais recente a história da fundação de Fortaleza, ou seja, o dia 17 de março de 1823, um ano depois da Independência do Brasil, quando a cidade passou a chamar-se de Fortaleza de Nova Bragança. Além de Geraldo Nobre um grande pesquisador, Cristiano Câmara pesquisaram a fundo a data da fundação da cidade e quando se tornou capital do Ceará. Na realidade o dia comemorado é 13 de abril, estando nossa capital completando 285 anos. Será que temos alguma coisa a comemorar no dia de hoje? É uma pergunta que não quer calar. Relembrando alguns trechos do hino da Cidade de Fortaleza que recebeu inspirações de Gustavo Barroso e Antonio Gondim, o primeiro na letra e o segundo na música.  

O emplumado e virente coqueiro, da alva luz do luar colhe a flor, a Iracema lembrando o guerreiro, de sua alma de virgem senhor. Canta o mar nas areias ardentes dos teus bravos eternas canções: jangadeiros, caboclos valentes, dos escravos partindo os grilhões. Fortaleza! Fortaleza! Irmã do Sol e do mar, Fortaleza! Fortaleza! Sempre havemos de te amar. Ao calor do teu sol ofuscante, os meninos se tornam viris a velhice se mostra pujante, as mulheres formosas, gentis. Nesta terra de luz e de vida, de estiagem por vezes hostil, pela Mãe de Jesus protegida, Fortaleza és a Flor do Brasil. Fortaleza tem como padroeira, Nossa Senhora da Assunção. É carinhosamente conhecida como a Terra de José de Alencar, grande escritor e romancista de fama nacional e mundial, da índia Iracema, cantada em prosa e versos, a loira e desposada do sol, a terra alencarina. 

A Fortaleza da Belle Époque, de 1860 até 1930 viveu movimentos sociais e culturais marcantes como o movimento abolicionista, nas décadas de 1870 que culminou com a libertação dos escravos no Ceará, em 25 de março de 1884, quatro anos de a abolição ser oficialmente decretada em todo país, em 13 de maio de 1888. A planta da cidade foi desenhada por Adolfo Herbster. Fortaleza é uma das capitais mais planas do país e suas ruas na maioria convergem para o Centro da Cidade, na já tão conhecida e badalada Praça do Boticário Ferreira, ou simplesmente Praça do Ferreira. Fortaleza tem muita história e se fôssemos apor toda a sua história no papel teríamos que construir uma enciclopédia. 

Fortaleza a terra do humor, dos bravos jangadeiros que tiveram participação ativa no crescimento da cidade, destacando-se a figura do grande Dragão do Mar. Francisco José do Nascimento, também conhecido como Chico da Matilde e mais ainda como Dragão do Mar, liderou a participação dos jangadeiros no movimento abolicionista negando-se a fazer o embarque de escravos no porto de Fortaleza. O movimento literário Padaria espiritual surgido em 1892, foi pioneiro de ideias modernas na literatura no Brasil. Outras instituições da época foram o Instituto do Ceará e a Academia Cearense de Letras, respectivamente fundadas em 1887 e 1894. Não faremos menção aos cearenses de destaque na vida política, social e cultural do Brasil para não cometermos injustiças. 

A elite formada notadamente por comerciantes e profissionais liberais vindos de outras regiões brasileiras e do exterior foram às promotoras de mudanças importantes em Fortaleza. De influência europeia e guiada por ideais de modernidade, esse contingente teve atuação decisiva. Em 1875, o intendente Antonio Rodrigues Ferreira encomendou ao engenheiro Adolfo Herbster a elaboração da Planta Topográfica da Cidade de Fortaleza e Subúrbios, considerada o marco inicial da modernização urbana. Inspirado nas realizações de Paris, então gerida pelo Barão de Haussmann, Herbster estabeleceu o alinhamento de ruas segundo um traçado em xadrez, de forma a disciplinar a expansão da cidade.

A partir de1880, a cidade ganhou serviços e equipamentos urbanos, como o transporte coletivo por meio de bondes com tração animal, serviço telefônico, caixas postais, o cabo submarino para a Europa, a construção do primeiro pavimento do Passeio Público e instalação da primeira fábrica de tecidos e facção. Na virada do século, Fortaleza já detinha a sétima maior população urbana do país, passando a tomar medidas de higienização social e de saneamento ambiental, além de executar um plano de reformas urbano com a implantação de jardins, cafés, coretos e monumentos, e a construção de edifícios seguindo padrões estéticos europeus. Os primeiros automóveis circularam em1910, e a implantação de bondes elétricos e a circulação de ônibus e caminhões.O Teatro José de Alencar foi inaugurado em 1909 passando a ser o principal espaço cultural da cidade.

A Praça do Ferreira era o ponto de estacionamento de bondes e carros de aluguel, concentrando intenso movimento. Entre as décadas, de 20 e 30 foram inaugurados diversos cinemas, e os bairros como Jacarecanga, Praia de Iracema, e Aldeota passam a ser habitados pelas elites que começam a valorizar a proximidade com o mar.Esses são alguns aspectos da loira e desposada do sol que completa mais um ano de existência fechando a casa dos 285 anos. Com o passar do tempo e a migração de muitas pessoas do interland e de outros estados, a nossa Fortaleza cresceu assustadoramente. 

É uma cidade moderna com belos e altos edifícios uma orla marítima muito bela e frequentada por inúmeras pessoas. Nem todo aniversário é comemorado com alegria, a nossa capital também convive com os problemas atinentes ao Brasil. Mesmo sendo feliz morando aqui, o fortalezense não deixa de reclamar - com razão - daquilo que incomoda. Na lista dos desagrados, a insegurança é o que mais perturba quem vive em Fortaleza. Quase 75% dos entrevistados não se sentem seguros. O grande crescimento trouxe muitos problemas para os bairros periféricos, entre eles a falta de moradias, saneamento básico, o desemprego e o aumento desordenado do comércio informal. Como o cearense tem vontade para trabalhar o centro da cidade está virando um verdadeiro comércio persa. As praças estão sendo ocupados por camelôs, vendedores ambulantes e uma variedade enorme de comércio e não poderia escapar a pirataria, principalmente de filmes e discos. 

A miscigenação aumenta dia a dia, pois muitos estrangeiros fincaram os pés por aqui, sem contar com a grande quantidade de brasileiros de outros estados, que vêm residir em Fortaleza, por motivos de trabalho ou por ter gostado da cidade pelo sol, pelas belas praias ou pela culinária cearense. Com a Copa do Mundo de 2014, se os políticos cumprirem com a promessa é certo que Fortaleza tomará mais impulso e com certeza da posição em que se encontra em termos de população e condição de vida. Em população no último censo de 2010, nossa capital ficou em 5º. Lugar com 2.315.116 habitantes, mas se incluirmos a zona metropolitana a população pula para 3 610 379 ficando em 6º. Lugar em nível nacional, ultrapassando Salvador e Brasília.

 Peculiaridades: O presente na Avenida 13 de abril – No dia do aniversário de Fortaleza a Avenida 13 de abril, no bairro Vila União se descobriu um vidraceiro que só veste camisa verde e uma senhora que montou um santuário com 19 estátuas na calçada. A Avenida 13 de abril foi uma homenagem da Prefeitura a Fortaleza, que completa hoje 285 anos. Antes, chamava-se Alberto Monteiro. É cortada pela Avenida Via Láctea e pela Linha férrea, no bairro Vila União. Daniela Mercury vem para a festa dos 285 anos de Fortaleza e se encanta com a estrutura do IPREDE. 

A cantora baiana, embaixadora da UNICEF, visitou o Instituto e se surpreendeu com a estrutura. Daniela faz show hoje no aterro da Praia de Iracema. A felicidade se mostra aos olhos que a querem ver. Não é pela via do vil metal ou do prestígio que se chega a perceber a felicidade. E sim pelo coração bem intencionado. Queremos e almejamos corações bem intencionados para governar nossa capital e nos 285 anos queremos deixar nossos parabéns e que o povo fortalezense seja feliz para sempre.  Pense nisso!

ANTONIO PAIVA RODRIGUES- MEMBRO DA ACI- DA ALOMERCE- DA UBT- DA AOUVIRCE- DA ACE- DA AVSPE.








terça-feira, 29 de março de 2011

LITERATURA E MÚSICA NO CEARÁ

LITERATURA E MÚSICA NO CEARÁ



Literatura uma palavra de derivação latina (littteratura) cuja sinonímia relaciona-se a arte de compor ou escrever trabalhos artísticos em prosa ou verso, ao conjunto de trabalhos literários dum país ou duma época. Está ligada diretamente aos homens de letras e a vida literária, bem como a carreira de letras ou ao conjunto de conhecimentos relativos às obras ou aos autores literários. Qualquer dos usos estéticos da linguagem, irrealidade, ficção, bibliografia e ao conjunto de escritos de propaganda de um produto industrial. Tem uma divisão bem explicita e compreensiva começando pela literatura comparada, passando pela literatura de cordel e outras ramificações, como a literatura de ficção, de vanguarda, oral e popular.

Não seria demais explicarmos cada uma delas, tanto pela importância como pelo pouco conhecimento de uma maioria de estudantes e leitores. A Literatura comparada refere-se ao estudo comparado de duas ou mais literaturas ou tipos de literatura, com o fim de se lhes verificarem as influências e inter-relações. A Literatura de cordel está ligada ao romanceiro popular nordestino, em grande parte contida em folhetos pobremente impressos e expostos à venda pendurados em cordel, nas feiras e mercados. A Literatura de ficção (ficcionismo) ao romance, a novela e o conto. A Literatura de vanguarda sua importância a caracteriza pela reação contra os moldes literários muito explorados das gerações imediatamente anteriores.

Já a Literatura oral é o conjunto das lendas e/ou narrativas transmitidas por tradição e a popular talvez a mais conhecida de todas tenha certa relevância, pois abrange, sobretudo, a literatura de cordel e a literatura oral; em geral, é anônima e pode conter elementos folclóricos. Extensa, mas de primordial importância não só para os especialistas, mas para toda a população brasileira que em sua maioria teima em não aumentar sua ênfase cultural, por preguiça mental ou por não ser abraçado pelas belezas da cultura e do conhecimento, ou mesmo pela falta do famoso vil metal. São esses fatores que qualquer governante deveria voltar os seus vistas, pois a educação seja ela qual for ainda é o viés mais forte para enfraquecer a violência desenfreada e desordenada que toma conta de nossa pátria.

Muitos estudiosos afirmar ser a literatura algo de formal e na sua formalidade vem o contexto de investigações filosóficas e lógicas, cuja preocupação maior é avaliar esse conceito como tendo sido objeto de extensa análise. Todavia, a verdade é que a literatura especificamente parece uma nuvem tenebrosa que a torna surpreendemente escassa, para não avaliarmos como praticamente inexistente. Hoje em dia, o termo 'formal' é usado em vários sentidos diferentes, mas interligados, nos parecendo pertencer a dois principais grupos de sentidos atribuídos ao termo, cada um deles contendo subvariações. Os dois sentidos principais do termo 'formal' são: formal no que diz respeito a formas, e formal no que diz respeito à aplicação de regras.

Na realidade estes dois sentidos são realmente distintos pelos opostos de 'formal' em cada um dos casos: no
primeiro caso, o que não é formal é em geral dito ser 'material', e no segundo caso, o que não é formal é em geral dito ser 'informal'. O formal pode estar ligado a oito formas, sendo cinco ligados a formas e os três ligados a regras. Catarina Dutilh Novaes fala como muita propriedade sobre formal e informal na literatura. A música sem sombras de dúvidas se insere nesse contexto. Não se tem notícia, que algum ser humano seja contrário a música, no entanto ele pode se manifestar contrário de como essa música consegue adentrar a sua mente, de modo suave, agradável ou de modo estrondoso e irritante.

A música cala fundo no coração, principalmente já juventude, mas com o avanço cultural e musical ela se tornou partícipe de todas as classes sociais. Muitos gostam de música, mas não sabem cantar por não saber de cor as letras das melodias de sua preferência. Alberto Nepomuceno, Patativa do Assaré, Lauro Maia, Evaldo Gouveia, Eleazar de Carvalho, Humberto Teixeira, Fagner, Belchior, Cego Aderaldo, Ayla Maria, Juvenal Galeno, Branca Rangel, Augusto Xavier de Castro, Barbosa de Freitas, Ednardo com seu Pavão Misterioso, Carlos Severo, Paulo de Antônio Sales, Oscar Feital, Luiz Assunção (Cearense de coração), Maestro Lisboa, Fernando Weyne, Antonio Rayol, Alfredo Peixoto, astro Laranjeira, Júlio Braga, Ramos Cotoco, João Quintino, Quintino Cunha, Mamede Cirino, Manuel Cândido, Theodósio Freire, Amadeu Xavier de Castro, Amelinha, Quatro Ases e um Coringa, Manasses, Mano Alencar, Roberto Xavier de Castro, Carlos Teixeira Mendes, Joaquim Nogueira Dantas, Abidoral Jamacaru, Diva Câmara, todos esses aqui citados foram expoentes na modinha cearense. Pedro Lessa, Catullo da Paixão Cearense, que nasceu no Maranhão, mas filho de cearense teve muita influência em nossa música, ele gostava muito de modinhas.

O Ceará também tinha outros estilos de música que fizeram sucesso nacionalmente. O folclore se insere também na música e aqui citamos: Bumba meu boi, ou Boi do Ceará, dança do Coco, Torém (canto dos índios Tremembés), Maracatu, músicas juninas, Os Violeiros, Os cantadores, Os emboladores, baião, xaxado, xote, forró pé de serra, banca cabaçal dos irmãos Aniceto entre outros. “A cultura cearense é muito rica e poderíamos ficar aqui escrevendo citando muitos detalhes sobre literatura e músicas cearenses, mas encerramos com a seguinte conotação:” A música cearense, ao conseguir contornar esses percalços, sempre presenteou a cultura brasileira com importantíssimas contribuições.

O cearense Alberto Nepomuceno (1864-1920), abolicionista, parceiro de Machado de Assis, que compõe em 1903 o "Hino Oficial do Estado do Ceará" em parceria com Thomaz Lopes, é um dos mais importantes nacionalistas que inspirou Heitor Villa-Lobos; Humberto Teixeira, da cidade de Iguatu, cunhado de outro grande ilustre, Lauro Maia, que o apresentou a Luiz Gonzaga, donde nasceu uma das mais representativas obras do Nordeste; Lauro Maia, compositor, músico, arranjador, por sua vez, lançou o balanceio, um ritmo que se aproxima a um baião; na mesma época, década de 40; o violonista Aleardo Freitas, o pianista Luiz Assumpção, os maestros Mozart Brandão e Cleóbolo Maia também marcaram época na Ceará Rádio Clube e Rádio Iracema. “Esses são apenas alguns exemplos que ilustram a grandiosidade da música cearense”.


ANTONIO PAIVA RODRIGUES- MEMBRO DA ACI- DA ALOMERCE- DA UBT- DA AVSPE- DA ACE- DA AOUVIRCE

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Publicado por Adriana Vandoni

Publicado por Adriana Vandoni  

 Já tivemos presidentes para todos os gostos, ditatorial, democrático, neo-liberal e até presidente bossa nova.

Mas nunca tivemos um vendedor de ilusão como o atual.
Também nunca tivemos uma propaganda à moda de Goebbels no Brasil como agora.
O lema de Goebbels era uma mentira repetida várias vezes, se tornará uma verdade.
O povo, no sentido coletivo, vive em um jardim de infância permanente.
Vejamos alguns dados vendidos pelo ilusionista.
O governo atual diz que pagou a divida externa, mas hoje, ela está em 230 bilhões de dólares.
Você sabia ou não quer saber?
A pergunta é: pagou?
Quitou?
Saldou?
Não.
Mas uma mentira repetida várias vezes torna-se verdade. Pagamos sim, ao FMI, 5 bilhões de dólares, o que portanto mostra apenas quão distante estamos do que é pregado para o povo.Nossa dívida interna saltou de 650 bilhões de reais em 2003, para 1 trilhão e 600 bilhões de reais hoje, e a nossa arrecadação em 2003 ano da posse do ilusionista que foi de 340 bilhões, em 2008 foi de 1 trilhão e 24 bilhões de reais. Este ano a arrecadação caiu 1% e, olhem bem, as despesas aumentaram 16,5%. Mas esses dados são empurrados para debaixo do tapete. Enquanto isso os petralhas estão todos de bem com a vida, pois somente com nomeação já foram 108 mil, isso sem contar as 60 mil nomeações para cargos de comissão. É o aparelhamento do Estado. Enquanto isso os gastos com infra-esturutra só subiram apenas 1%, já as despesas com os companheiros subiram para mais de 70%. Como um país pode crescer sem em infra-estrutura, sendo essa inclusive a parte que caberia ao governo? O PT vai muito bem, os companheiros estão todos muito bem situados, todos, portanto, estão fora da marolinha, mas nos outros estamos sentindo o peso do Estado petista ineficiente, predador e autoritário. Nas áreas cruciais em que se esperaria a mão forte e intervencionista do governo, ou seja, na saúde, educação e segurança o que temos são desastres e mais desastres, mortandades.  O governo Lula que fala tanto em cotas raciais para a educação, basta dizer que entre as 100 melhores universidades do mundo, o Brasil passa longe. Já os Estados Unidos (eta capitalismo) possuem 20 universidades que estão entre as 100 melhores. O Brasil não aparece com nenhuma.. São números. O governo Lula também desfralda a bandeira da reforma agrária. O governo anterior fez mais pela reforma agrária que o PT, mas claro, esses números não interessam. Na verdade não deveriam interessar mesmo. Basta dizer que reforma agrária é mais falácia do que coisa concreta em beneficio da sociedade. Se querem saber, em todos os países onde houve reforma agrária, logo em seguida eles se tornaram países importadores de alimento. A ex-URSS, Cuba e China são exemplos claros do que estou afirmando. Mas continuamos com o discurso de reforma agrária. A URSS quando Stalin coletivizou a terra, passou a ser importadora de alimento e consequentemente a ser um dos responsáveis pelo aumento do preço do alimento no mundo. Entendam. Cuba antes da comunização com Fidel, produzia 12 milhões de toneladas de açúcar do mundo, hoje não produz nem 2 milhões. A Venezuela tão admirada por Lula produzia 4 mil quilos de feijão por hectares, depois da reforma agrária praticada pelo coronel Hugo Chaves só produz 500 kg por hectares. Mas os socialistas não sabem nem querem saber dessas questões, o trabalho que dá para produzir, para gerar alimentos, isso porque eles tem a sociedade para lhes pagar o salário, as contas e as mordomias, além de dinheiro do contribuinte para colocar comida na sua mesa. Mas eles não sabem nem querem saber sobre o que é produzir, cultivar, plantar alimentos. Pois bem, os companheiros acreditam nos milagres da reforma agrária. Dizem que estão mudando o país. É para gargalhar. Agora incrível, e hoje está mais do que comprovado, que a diminuição dos impostos nos setores de eletrodoméstico fez o comércio e indústria neste setor produzir e vender mais. O aquecimento na venda de carros também surtiu efeito com a redução de impostos. O que fica definitivamente comprovado que imposto nesse país é um empecilho ao progresso e ao desenvolvimento.
Mas o discurso dos petistas é outro.
Ou seja, uma mentira repetida várias vezes torna-se verdade.
É o ilusionismo de Lula.

 
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