domingo, 26 de setembro de 2010
MEU RÁDIO EMUDECEU
MEU RÁDIO EMUDECEU
Tenho um carinho todo especial pelo meu rádio, um Transglobe Philco Ford Solid State, nove faixas, sendo 8 de Amplitude Modulada (AM) e uma de Frequência Modulada (FM). Meu carinho exagerado talvez tenha uma nuança importantíssima. Aquele invento maravilhoso foi presente de aniversário ofertado pelo meu amigo dileto, o meu pai querido. Um rádio que traz lembranças alegres e tristes da minha vida, nesse orbe em que vivemos. Incontáveis vezes eu comparecia na companhia de meu genitor ao estádio Presidente Vargas, praça de esportes do município de Fortaleza, capital do estado do Ceará, para assistir pelejas do campeonato cearense de futebol. Não era assim um Zé do Rádio, torcedor ardoroso do Esporte Clube do Recife, mas torcia fervorosamente pelo time do coração do meu amado pai, o Ferroviário Atlético Clube (FAC), ligado à antiga Rede de Viação Cearense (RVC) nas Oficinas do Urubu, no bairro da Colônia.
Sempre agarrado às mãos amigas para não me perder fazia questão de ouvir a emissora do coração que transmitia a refrega esportiva, e a posição que empunhava o presente valioso era a mesma do Zé do Rádio. A Rede de Viação Cearense foi transformada em RFFSA (Rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima), mas não mudou de local fazendo com que minha saudade aumentasse ainda mais, quando por necessidade tivesse que passar por aquele local.
Penso em descompasso vindo a minha mente a figura do meu pai, do som do meu rádio e do alvoroço da torcida gritando em altos brados, gooool! Carinhosamente conhecido como ferrim, o time das temporadas, pois sempre quando excursionava ganhava todas. Foi o clube que implantou o profissionalismo no futebol cabeça chata, bem como foi o primeiro clube a deixar o campo para comparecer a uma delegacia de Polícia. Hoje não frequento com a mesma assiduidade as praças de esportes, visto que a violência nos estádios aumentou. Deixei por algum tempo meu querido rádio de estimação, substituindo-o por outro menor, mas de qualidade inferior. Infelizmente, hoje não encontramos nas lojas rádio de marcas famosas, o que se vê são os importados da China, que só quebram galhos e nada mais. Nem os meliantes se dão ao “luxo” de subtraí-lo, pois a má qualidade tira o apetite dantesco da subtração do patrimônio alheio. Enquanto o tempo passava meu rádio continuava mudo e esquecido, pois o tamanho provocava certa gozação do público debochador. Certo dia nós programamos uma viagem e logo veio à mente o querido rádio.
Com bela postura, imponente brilhava quando os raios do sol penetravam no meu escritório. Quando acionei o play quase chorei, pois o mesmo estava mudo, não chiava e nem fazia barulho, emudeceu total. Cocei a cabeça e disse My God, o que vou fazer? Não sei. Hoje doutor em rádio é coisa rara, pois a profissão não rende o necessário para o especialista no assunto. Na minha intuição veio à ideia de trocar de local buscando outro plug de entrada de energia elétrica. Meditei. Será que meu rádio aderiu ao anseio de que eu falava tanto? Tudo o que eu tinha em meu campo, larguei para o campo alheio, quero agora, dentro de mim quanto sinto e quanto creio.
Seria a tristeza pela falta de uso, ou saudades das refregas, ou mesmo da figura do meu saudoso pai que já nos abandonara indo morar com o Pai celestial. Pensei. Pela intuição se conhece o coração. Quando liguei o plug o assombro foi geral, pois o volume estava no máximo e talvez por pirraça o som que se ouviu era a narração de um gol. Meu coração palpitava e eu procurava calma para atenuar os batimentos cardíacos do susto que levei. Enfim, a tranquilidade voltava à normalidade, mas o sorriso que fiz com tanta energia a boca não conseguia fechar.
Hoje, está em minha companhia talvez com inveja quando coloco um disco Cd no meu computador para ouvir músicas. Meio desconfiado olho de “revestrés” para não desagradá-lo, mas para não cometer injustiça, mantenho contato com ele todos os dias. Como profissional consciente do rádio procuro ser diferente, apesar dos meus defeitos, respeito os ouvintes desse majestoso invento. Poderia ter sido o filho querido do padre Roberto Landel de Moura, mas como no Brasil acontece de tudo pelos caprichos da religião, o padre conseguiu perder a patente, pois Marconi se antecipou e ficou sendo o pai do rádio, mas na realidade na ótica e nos fundamentos Landell pode ser considerado seu pai, pois fez o que Marconi não conseguiu transmitir, a voz humana.
Marconi ficou tão somente como transmissor do Código Morse. Meu pai se foi, mas sua presença querida está sempre comigo, pois quando olho para o meu Transglobe ele se transfigura e eu consigo conversar mentalmente com meu pai. Jamais deixarei de ouvir meu rádio querido, pois além de ser meu lazer, o transmissor da minha voz, ainda serve de lembrança da pessoa que mais amei na vida, meu saudoso pai. Virtude alta e sublime ninguém quer viver sem ela; é a liberdade, no entanto que exige muita cautela. Nas frases de Cornélio Pires se espelhem os profissionais do rádio deixando a pornofonia e a pornografia de lado e fora de combate, há muito tolo no mundo, fora do tempo preciso, não por falta de conselho, sim, por falta de juízo. Obrigado meu Deus.
ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI- DA AOUVIR/CE- DA UBT- DA ALOMERCE E DA AVSPE.
Tenho um carinho todo especial pelo meu rádio, um Transglobe Philco Ford Solid State, nove faixas, sendo 8 de Amplitude Modulada (AM) e uma de Frequência Modulada (FM). Meu carinho exagerado talvez tenha uma nuança importantíssima. Aquele invento maravilhoso foi presente de aniversário ofertado pelo meu amigo dileto, o meu pai querido. Um rádio que traz lembranças alegres e tristes da minha vida, nesse orbe em que vivemos. Incontáveis vezes eu comparecia na companhia de meu genitor ao estádio Presidente Vargas, praça de esportes do município de Fortaleza, capital do estado do Ceará, para assistir pelejas do campeonato cearense de futebol. Não era assim um Zé do Rádio, torcedor ardoroso do Esporte Clube do Recife, mas torcia fervorosamente pelo time do coração do meu amado pai, o Ferroviário Atlético Clube (FAC), ligado à antiga Rede de Viação Cearense (RVC) nas Oficinas do Urubu, no bairro da Colônia.
Sempre agarrado às mãos amigas para não me perder fazia questão de ouvir a emissora do coração que transmitia a refrega esportiva, e a posição que empunhava o presente valioso era a mesma do Zé do Rádio. A Rede de Viação Cearense foi transformada em RFFSA (Rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima), mas não mudou de local fazendo com que minha saudade aumentasse ainda mais, quando por necessidade tivesse que passar por aquele local.
Penso em descompasso vindo a minha mente a figura do meu pai, do som do meu rádio e do alvoroço da torcida gritando em altos brados, gooool! Carinhosamente conhecido como ferrim, o time das temporadas, pois sempre quando excursionava ganhava todas. Foi o clube que implantou o profissionalismo no futebol cabeça chata, bem como foi o primeiro clube a deixar o campo para comparecer a uma delegacia de Polícia. Hoje não frequento com a mesma assiduidade as praças de esportes, visto que a violência nos estádios aumentou. Deixei por algum tempo meu querido rádio de estimação, substituindo-o por outro menor, mas de qualidade inferior. Infelizmente, hoje não encontramos nas lojas rádio de marcas famosas, o que se vê são os importados da China, que só quebram galhos e nada mais. Nem os meliantes se dão ao “luxo” de subtraí-lo, pois a má qualidade tira o apetite dantesco da subtração do patrimônio alheio. Enquanto o tempo passava meu rádio continuava mudo e esquecido, pois o tamanho provocava certa gozação do público debochador. Certo dia nós programamos uma viagem e logo veio à mente o querido rádio.
Com bela postura, imponente brilhava quando os raios do sol penetravam no meu escritório. Quando acionei o play quase chorei, pois o mesmo estava mudo, não chiava e nem fazia barulho, emudeceu total. Cocei a cabeça e disse My God, o que vou fazer? Não sei. Hoje doutor em rádio é coisa rara, pois a profissão não rende o necessário para o especialista no assunto. Na minha intuição veio à ideia de trocar de local buscando outro plug de entrada de energia elétrica. Meditei. Será que meu rádio aderiu ao anseio de que eu falava tanto? Tudo o que eu tinha em meu campo, larguei para o campo alheio, quero agora, dentro de mim quanto sinto e quanto creio.
Seria a tristeza pela falta de uso, ou saudades das refregas, ou mesmo da figura do meu saudoso pai que já nos abandonara indo morar com o Pai celestial. Pensei. Pela intuição se conhece o coração. Quando liguei o plug o assombro foi geral, pois o volume estava no máximo e talvez por pirraça o som que se ouviu era a narração de um gol. Meu coração palpitava e eu procurava calma para atenuar os batimentos cardíacos do susto que levei. Enfim, a tranquilidade voltava à normalidade, mas o sorriso que fiz com tanta energia a boca não conseguia fechar.
Hoje, está em minha companhia talvez com inveja quando coloco um disco Cd no meu computador para ouvir músicas. Meio desconfiado olho de “revestrés” para não desagradá-lo, mas para não cometer injustiça, mantenho contato com ele todos os dias. Como profissional consciente do rádio procuro ser diferente, apesar dos meus defeitos, respeito os ouvintes desse majestoso invento. Poderia ter sido o filho querido do padre Roberto Landel de Moura, mas como no Brasil acontece de tudo pelos caprichos da religião, o padre conseguiu perder a patente, pois Marconi se antecipou e ficou sendo o pai do rádio, mas na realidade na ótica e nos fundamentos Landell pode ser considerado seu pai, pois fez o que Marconi não conseguiu transmitir, a voz humana.
Marconi ficou tão somente como transmissor do Código Morse. Meu pai se foi, mas sua presença querida está sempre comigo, pois quando olho para o meu Transglobe ele se transfigura e eu consigo conversar mentalmente com meu pai. Jamais deixarei de ouvir meu rádio querido, pois além de ser meu lazer, o transmissor da minha voz, ainda serve de lembrança da pessoa que mais amei na vida, meu saudoso pai. Virtude alta e sublime ninguém quer viver sem ela; é a liberdade, no entanto que exige muita cautela. Nas frases de Cornélio Pires se espelhem os profissionais do rádio deixando a pornofonia e a pornografia de lado e fora de combate, há muito tolo no mundo, fora do tempo preciso, não por falta de conselho, sim, por falta de juízo. Obrigado meu Deus.
ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI- DA AOUVIR/CE- DA UBT- DA ALOMERCE E DA AVSPE.
domingo, 4 de julho de 2010
UM SOFRIMENTO
UM SOFRIMENTO
A cada dia que passa meu rádio continua triste, acabrunhado, chiando, querendo se alterar ao tentar encontrar um ponto ideal para imantar o seu dial. Tento sintonizar uma emissora de rádio, e ele teima em pinotear fazendo pirraça a toda hora, e a todo instante. Pensei cá com meus botões: será que meu lazer de todos os dias está doente ou está querendo virar gente? Há uma existência em cada coisa morta e uma centelha que provém do nada? Não sei, mas assim já se pronunciava o poeta Gomes Moreira. Tentei um diálogo com meu rádio de estimação. Fiz-lhe diversas perguntas e ele teimou em ficar calado. De repente ouvi um som bem baixinho, diferente do palpitar em luz que a natureza exorta naqueles que se buscam na escalada.
De mansinho ele foi tomando força tentando soltar sua voz forte, alegre, jovial, carinhosa, educadora e cheia de ética. Fui mudando o meu aspecto de preocupação me alegrando aos poucos como uma batida de uma válvula propulsora cansada e doente. Como um menino alheio aos aspectos do cotidiano conversava baixinho comigo mesmo, mas a preocupação com meu rádio não saia do pensamento. É de esperança que se veste a alma, em roupagens de fé e de otimismo. Com esse otimismo insisti dialogar com o meu radinho de cabeceira. Não era besteira e nem asneira o que se passava comigo, mas quando estou só com o pensamento, ou cismo nessa hora extrema, de incerteza incalma, afastando o fantasma do egoísmo, levo do sonho e desejada palma. Na minha mente, no meu ego uma voz surgiu em tom de preocupação!
Estava tão concentrado que de repente indaguei: Que beleza meu rádio saiu da letargia que jazia, e eu, na minha alegria comecei a indagar. Meu dileto amigo não me faça despeito responda por que não queres falar. Ele não titubeou, estou cansado, destronado e com vontade de provocar. Estou de ressaca pelo mau trato que estou passando. Não consigo transmitir bons programas, bons musicais, não alegro mais as crianças e estou com azia de tanta pornofonia e pornografia que querem que eu coloque no ar. Não me sinto a vontade, estou magoado, pois estou perdendo minha finalidade e já tenho bastante idade e não querem me respeitar. Meu pai Marconi deve está tremendo pela falta de respeito para com ele. Meu nascimento se deu em data festiva, e eu esperava que essa festa fosse eterna, mas a programação que colocam para eu transmitir deixa muito a desejar.
Fico a lamentar, mas os responsáveis por minha manutenção não me dão a mão, e meu deixam ao léu, e envergonhado vou levando a contragosto a muitas paragens as ondas sonoras que saem de mim. E assim, perdido num labirinto, muito mais burro é como me sinto, já nem soneto eu faço mais! Foi nesse momento que entendi o porquê da teimosia do meu companheiro dileto em teimar e o som ocultar. Pertencemos a uma grande associação que luta com muito denodo e esforço para a qualidade da programação do rádio melhorar. O rádio hoje está muito judiado, pois alguns profissionais querem audiência a todo custo, no apelo que não deveria existir, e que os que fazem a Anatel cumprissem seus papéis, e a programação melhorar.
Infelizmente, hoje a alegria do rádio virou sofrimento, pois pela sua importância tudo se transmite como: guerras, mortes, crimes, violência de todo matiz, vernacular pornográfico é o tom alto dos que fazem o rádio nos dias atuais. Aquelas músicas antigas, dos anos 50, 60,70 não se ouve mais. As novelas de rádio sumiram, escafederam-se. O rádio está doente e nós profissionais desse invento maravilhoso temos que tomar ciência que o rádio não é uma arma e sim um deleite para todos nós. Ser prego é mais difícil que ser martelo! No sofrimento se conhece o verdadeiro homem: ele, ou amadurece, ou se revolta e apodrece! No frigir dos ovos nos parece que o homem não quer evoluir e nessa psicosfera de incerteza o meu divertimento continuará a ser um grande sofrimento. A passividade diante do erro é um misto de omissão e covardia.
O que diria hoje o grande padre Roberto Landell de Moura, outro grande inventor que só não ganhou a patente pelas dificuldades que passou, mas fiquem sabendo que ele não é nenhum algoz, mas foi o inventor que como sua réplica conseguiu transmitir a voz pela primeira vez. Fica a questão Marconi X Landell de Moura. Quero que tudo se exploda, mas que o rádio tenha a destinação que merece seus ouvintes, que já de ouvidos calejados reclamam todos os dias, por momentos extensos de alegria e que um sofrimento nojento não lhe bata a porta, visto que o povo gosta de cultura e não de apelações. Que meu querido radinho seja tratado com amor e carinho. Pense nisso!
ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI-DA ALOMERCE- DA UBT-DA AVESP E DA AOUVIRCE
A cada dia que passa meu rádio continua triste, acabrunhado, chiando, querendo se alterar ao tentar encontrar um ponto ideal para imantar o seu dial. Tento sintonizar uma emissora de rádio, e ele teima em pinotear fazendo pirraça a toda hora, e a todo instante. Pensei cá com meus botões: será que meu lazer de todos os dias está doente ou está querendo virar gente? Há uma existência em cada coisa morta e uma centelha que provém do nada? Não sei, mas assim já se pronunciava o poeta Gomes Moreira. Tentei um diálogo com meu rádio de estimação. Fiz-lhe diversas perguntas e ele teimou em ficar calado. De repente ouvi um som bem baixinho, diferente do palpitar em luz que a natureza exorta naqueles que se buscam na escalada.
De mansinho ele foi tomando força tentando soltar sua voz forte, alegre, jovial, carinhosa, educadora e cheia de ética. Fui mudando o meu aspecto de preocupação me alegrando aos poucos como uma batida de uma válvula propulsora cansada e doente. Como um menino alheio aos aspectos do cotidiano conversava baixinho comigo mesmo, mas a preocupação com meu rádio não saia do pensamento. É de esperança que se veste a alma, em roupagens de fé e de otimismo. Com esse otimismo insisti dialogar com o meu radinho de cabeceira. Não era besteira e nem asneira o que se passava comigo, mas quando estou só com o pensamento, ou cismo nessa hora extrema, de incerteza incalma, afastando o fantasma do egoísmo, levo do sonho e desejada palma. Na minha mente, no meu ego uma voz surgiu em tom de preocupação!
Estava tão concentrado que de repente indaguei: Que beleza meu rádio saiu da letargia que jazia, e eu, na minha alegria comecei a indagar. Meu dileto amigo não me faça despeito responda por que não queres falar. Ele não titubeou, estou cansado, destronado e com vontade de provocar. Estou de ressaca pelo mau trato que estou passando. Não consigo transmitir bons programas, bons musicais, não alegro mais as crianças e estou com azia de tanta pornofonia e pornografia que querem que eu coloque no ar. Não me sinto a vontade, estou magoado, pois estou perdendo minha finalidade e já tenho bastante idade e não querem me respeitar. Meu pai Marconi deve está tremendo pela falta de respeito para com ele. Meu nascimento se deu em data festiva, e eu esperava que essa festa fosse eterna, mas a programação que colocam para eu transmitir deixa muito a desejar.
Fico a lamentar, mas os responsáveis por minha manutenção não me dão a mão, e meu deixam ao léu, e envergonhado vou levando a contragosto a muitas paragens as ondas sonoras que saem de mim. E assim, perdido num labirinto, muito mais burro é como me sinto, já nem soneto eu faço mais! Foi nesse momento que entendi o porquê da teimosia do meu companheiro dileto em teimar e o som ocultar. Pertencemos a uma grande associação que luta com muito denodo e esforço para a qualidade da programação do rádio melhorar. O rádio hoje está muito judiado, pois alguns profissionais querem audiência a todo custo, no apelo que não deveria existir, e que os que fazem a Anatel cumprissem seus papéis, e a programação melhorar.
Infelizmente, hoje a alegria do rádio virou sofrimento, pois pela sua importância tudo se transmite como: guerras, mortes, crimes, violência de todo matiz, vernacular pornográfico é o tom alto dos que fazem o rádio nos dias atuais. Aquelas músicas antigas, dos anos 50, 60,70 não se ouve mais. As novelas de rádio sumiram, escafederam-se. O rádio está doente e nós profissionais desse invento maravilhoso temos que tomar ciência que o rádio não é uma arma e sim um deleite para todos nós. Ser prego é mais difícil que ser martelo! No sofrimento se conhece o verdadeiro homem: ele, ou amadurece, ou se revolta e apodrece! No frigir dos ovos nos parece que o homem não quer evoluir e nessa psicosfera de incerteza o meu divertimento continuará a ser um grande sofrimento. A passividade diante do erro é um misto de omissão e covardia.
O que diria hoje o grande padre Roberto Landell de Moura, outro grande inventor que só não ganhou a patente pelas dificuldades que passou, mas fiquem sabendo que ele não é nenhum algoz, mas foi o inventor que como sua réplica conseguiu transmitir a voz pela primeira vez. Fica a questão Marconi X Landell de Moura. Quero que tudo se exploda, mas que o rádio tenha a destinação que merece seus ouvintes, que já de ouvidos calejados reclamam todos os dias, por momentos extensos de alegria e que um sofrimento nojento não lhe bata a porta, visto que o povo gosta de cultura e não de apelações. Que meu querido radinho seja tratado com amor e carinho. Pense nisso!
ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI-DA ALOMERCE- DA UBT-DA AVESP E DA AOUVIRCE
domingo, 30 de maio de 2010
O desabafo do radialista Carlos Augusto
domingo, 16 de maio de 2010
O desabafo do radialista Carlos Augusto
Pequenos momentos mudam a nossa história
" Como é bom refletirmos em cima de acontecimentos.
Precisamos de graça e gentileza e são pequenos gestos que fazem toda a diferença na nossa história.
Os que desprezam os pequenos acontecimentos nunca vão conseguir ter as grandes descobertas.
É por esse motivo que eu trago comigo os sonhos,claro, sonhos realizavéis que podem me trazer saúde,emoção,equilíbrio,revigorando o meu amago e transformando minhas inseguranças em uma grande fortaleza, me transformando assim em ser humano de RARO valor.
O material humano é vital para o crescimento de uma empresa.Uma empresa pode ter máquinas, tecnologia, mas se não tiver homens criativos, inteligentes, e comprometidos com o trabalho de nada adianta.
Para estar vivo você corre riscos. Risco de fracassar, de ser MAFIADO, de ser rejeitado, de adoecer, mas existe o poder de Deus que excede todo pensamento e que nos dar refrigério no tempo oportuno.
Muito obrigada Fortaleza, ouvintes queridos,pelas boas vindas e por todo amor que me foi dispensado.Estou aqui mais uma vez com o objetivo de ajudar os mais carentes,com o objetivo de levar uma mensagem de um futuro melhor para todos.''
Essa mensagem seria lida no dia 12 de Maio de 2010. Mas fui impedido.
Um abraço a todos.
Carlos Augusto
Fonte: Blog do "Amigão" Carlos Augusto
O desabafo do radialista Carlos Augusto
Pequenos momentos mudam a nossa história
" Como é bom refletirmos em cima de acontecimentos.
Precisamos de graça e gentileza e são pequenos gestos que fazem toda a diferença na nossa história.
Os que desprezam os pequenos acontecimentos nunca vão conseguir ter as grandes descobertas.
É por esse motivo que eu trago comigo os sonhos,claro, sonhos realizavéis que podem me trazer saúde,emoção,equilíbrio,revigorando o meu amago e transformando minhas inseguranças em uma grande fortaleza, me transformando assim em ser humano de RARO valor.
O material humano é vital para o crescimento de uma empresa.Uma empresa pode ter máquinas, tecnologia, mas se não tiver homens criativos, inteligentes, e comprometidos com o trabalho de nada adianta.
Para estar vivo você corre riscos. Risco de fracassar, de ser MAFIADO, de ser rejeitado, de adoecer, mas existe o poder de Deus que excede todo pensamento e que nos dar refrigério no tempo oportuno.
Muito obrigada Fortaleza, ouvintes queridos,pelas boas vindas e por todo amor que me foi dispensado.Estou aqui mais uma vez com o objetivo de ajudar os mais carentes,com o objetivo de levar uma mensagem de um futuro melhor para todos.''
Essa mensagem seria lida no dia 12 de Maio de 2010. Mas fui impedido.
Um abraço a todos.
Carlos Augusto
Fonte: Blog do "Amigão" Carlos Augusto
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