terça-feira, 29 de março de 2011
LITERATURA E MÚSICA NO CEARÁ
LITERATURA E MÚSICA NO CEARÁ
Literatura uma palavra de derivação latina (littteratura) cuja sinonímia relaciona-se a arte de compor ou escrever trabalhos artísticos em prosa ou verso, ao conjunto de trabalhos literários dum país ou duma época. Está ligada diretamente aos homens de letras e a vida literária, bem como a carreira de letras ou ao conjunto de conhecimentos relativos às obras ou aos autores literários. Qualquer dos usos estéticos da linguagem, irrealidade, ficção, bibliografia e ao conjunto de escritos de propaganda de um produto industrial. Tem uma divisão bem explicita e compreensiva começando pela literatura comparada, passando pela literatura de cordel e outras ramificações, como a literatura de ficção, de vanguarda, oral e popular.
Não seria demais explicarmos cada uma delas, tanto pela importância como pelo pouco conhecimento de uma maioria de estudantes e leitores. A Literatura comparada refere-se ao estudo comparado de duas ou mais literaturas ou tipos de literatura, com o fim de se lhes verificarem as influências e inter-relações. A Literatura de cordel está ligada ao romanceiro popular nordestino, em grande parte contida em folhetos pobremente impressos e expostos à venda pendurados em cordel, nas feiras e mercados. A Literatura de ficção (ficcionismo) ao romance, a novela e o conto. A Literatura de vanguarda sua importância a caracteriza pela reação contra os moldes literários muito explorados das gerações imediatamente anteriores.
Já a Literatura oral é o conjunto das lendas e/ou narrativas transmitidas por tradição e a popular talvez a mais conhecida de todas tenha certa relevância, pois abrange, sobretudo, a literatura de cordel e a literatura oral; em geral, é anônima e pode conter elementos folclóricos. Extensa, mas de primordial importância não só para os especialistas, mas para toda a população brasileira que em sua maioria teima em não aumentar sua ênfase cultural, por preguiça mental ou por não ser abraçado pelas belezas da cultura e do conhecimento, ou mesmo pela falta do famoso vil metal. São esses fatores que qualquer governante deveria voltar os seus vistas, pois a educação seja ela qual for ainda é o viés mais forte para enfraquecer a violência desenfreada e desordenada que toma conta de nossa pátria.
Muitos estudiosos afirmar ser a literatura algo de formal e na sua formalidade vem o contexto de investigações filosóficas e lógicas, cuja preocupação maior é avaliar esse conceito como tendo sido objeto de extensa análise. Todavia, a verdade é que a literatura especificamente parece uma nuvem tenebrosa que a torna surpreendemente escassa, para não avaliarmos como praticamente inexistente. Hoje em dia, o termo 'formal' é usado em vários sentidos diferentes, mas interligados, nos parecendo pertencer a dois principais grupos de sentidos atribuídos ao termo, cada um deles contendo subvariações. Os dois sentidos principais do termo 'formal' são: formal no que diz respeito a formas, e formal no que diz respeito à aplicação de regras.
Na realidade estes dois sentidos são realmente distintos pelos opostos de 'formal' em cada um dos casos: no
primeiro caso, o que não é formal é em geral dito ser 'material', e no segundo caso, o que não é formal é em geral dito ser 'informal'. O formal pode estar ligado a oito formas, sendo cinco ligados a formas e os três ligados a regras. Catarina Dutilh Novaes fala como muita propriedade sobre formal e informal na literatura. A música sem sombras de dúvidas se insere nesse contexto. Não se tem notícia, que algum ser humano seja contrário a música, no entanto ele pode se manifestar contrário de como essa música consegue adentrar a sua mente, de modo suave, agradável ou de modo estrondoso e irritante.
A música cala fundo no coração, principalmente já juventude, mas com o avanço cultural e musical ela se tornou partícipe de todas as classes sociais. Muitos gostam de música, mas não sabem cantar por não saber de cor as letras das melodias de sua preferência. Alberto Nepomuceno, Patativa do Assaré, Lauro Maia, Evaldo Gouveia, Eleazar de Carvalho, Humberto Teixeira, Fagner, Belchior, Cego Aderaldo, Ayla Maria, Juvenal Galeno, Branca Rangel, Augusto Xavier de Castro, Barbosa de Freitas, Ednardo com seu Pavão Misterioso, Carlos Severo, Paulo de Antônio Sales, Oscar Feital, Luiz Assunção (Cearense de coração), Maestro Lisboa, Fernando Weyne, Antonio Rayol, Alfredo Peixoto, astro Laranjeira, Júlio Braga, Ramos Cotoco, João Quintino, Quintino Cunha, Mamede Cirino, Manuel Cândido, Theodósio Freire, Amadeu Xavier de Castro, Amelinha, Quatro Ases e um Coringa, Manasses, Mano Alencar, Roberto Xavier de Castro, Carlos Teixeira Mendes, Joaquim Nogueira Dantas, Abidoral Jamacaru, Diva Câmara, todos esses aqui citados foram expoentes na modinha cearense. Pedro Lessa, Catullo da Paixão Cearense, que nasceu no Maranhão, mas filho de cearense teve muita influência em nossa música, ele gostava muito de modinhas.
O Ceará também tinha outros estilos de música que fizeram sucesso nacionalmente. O folclore se insere também na música e aqui citamos: Bumba meu boi, ou Boi do Ceará, dança do Coco, Torém (canto dos índios Tremembés), Maracatu, músicas juninas, Os Violeiros, Os cantadores, Os emboladores, baião, xaxado, xote, forró pé de serra, banca cabaçal dos irmãos Aniceto entre outros. “A cultura cearense é muito rica e poderíamos ficar aqui escrevendo citando muitos detalhes sobre literatura e músicas cearenses, mas encerramos com a seguinte conotação:” A música cearense, ao conseguir contornar esses percalços, sempre presenteou a cultura brasileira com importantíssimas contribuições.
O cearense Alberto Nepomuceno (1864-1920), abolicionista, parceiro de Machado de Assis, que compõe em 1903 o "Hino Oficial do Estado do Ceará" em parceria com Thomaz Lopes, é um dos mais importantes nacionalistas que inspirou Heitor Villa-Lobos; Humberto Teixeira, da cidade de Iguatu, cunhado de outro grande ilustre, Lauro Maia, que o apresentou a Luiz Gonzaga, donde nasceu uma das mais representativas obras do Nordeste; Lauro Maia, compositor, músico, arranjador, por sua vez, lançou o balanceio, um ritmo que se aproxima a um baião; na mesma época, década de 40; o violonista Aleardo Freitas, o pianista Luiz Assumpção, os maestros Mozart Brandão e Cleóbolo Maia também marcaram época na Ceará Rádio Clube e Rádio Iracema. “Esses são apenas alguns exemplos que ilustram a grandiosidade da música cearense”.
ANTONIO PAIVA RODRIGUES- MEMBRO DA ACI- DA ALOMERCE- DA UBT- DA AVSPE- DA ACE- DA AOUVIRCE
Literatura uma palavra de derivação latina (littteratura) cuja sinonímia relaciona-se a arte de compor ou escrever trabalhos artísticos em prosa ou verso, ao conjunto de trabalhos literários dum país ou duma época. Está ligada diretamente aos homens de letras e a vida literária, bem como a carreira de letras ou ao conjunto de conhecimentos relativos às obras ou aos autores literários. Qualquer dos usos estéticos da linguagem, irrealidade, ficção, bibliografia e ao conjunto de escritos de propaganda de um produto industrial. Tem uma divisão bem explicita e compreensiva começando pela literatura comparada, passando pela literatura de cordel e outras ramificações, como a literatura de ficção, de vanguarda, oral e popular.
Não seria demais explicarmos cada uma delas, tanto pela importância como pelo pouco conhecimento de uma maioria de estudantes e leitores. A Literatura comparada refere-se ao estudo comparado de duas ou mais literaturas ou tipos de literatura, com o fim de se lhes verificarem as influências e inter-relações. A Literatura de cordel está ligada ao romanceiro popular nordestino, em grande parte contida em folhetos pobremente impressos e expostos à venda pendurados em cordel, nas feiras e mercados. A Literatura de ficção (ficcionismo) ao romance, a novela e o conto. A Literatura de vanguarda sua importância a caracteriza pela reação contra os moldes literários muito explorados das gerações imediatamente anteriores.
Já a Literatura oral é o conjunto das lendas e/ou narrativas transmitidas por tradição e a popular talvez a mais conhecida de todas tenha certa relevância, pois abrange, sobretudo, a literatura de cordel e a literatura oral; em geral, é anônima e pode conter elementos folclóricos. Extensa, mas de primordial importância não só para os especialistas, mas para toda a população brasileira que em sua maioria teima em não aumentar sua ênfase cultural, por preguiça mental ou por não ser abraçado pelas belezas da cultura e do conhecimento, ou mesmo pela falta do famoso vil metal. São esses fatores que qualquer governante deveria voltar os seus vistas, pois a educação seja ela qual for ainda é o viés mais forte para enfraquecer a violência desenfreada e desordenada que toma conta de nossa pátria.
Muitos estudiosos afirmar ser a literatura algo de formal e na sua formalidade vem o contexto de investigações filosóficas e lógicas, cuja preocupação maior é avaliar esse conceito como tendo sido objeto de extensa análise. Todavia, a verdade é que a literatura especificamente parece uma nuvem tenebrosa que a torna surpreendemente escassa, para não avaliarmos como praticamente inexistente. Hoje em dia, o termo 'formal' é usado em vários sentidos diferentes, mas interligados, nos parecendo pertencer a dois principais grupos de sentidos atribuídos ao termo, cada um deles contendo subvariações. Os dois sentidos principais do termo 'formal' são: formal no que diz respeito a formas, e formal no que diz respeito à aplicação de regras.
Na realidade estes dois sentidos são realmente distintos pelos opostos de 'formal' em cada um dos casos: no
primeiro caso, o que não é formal é em geral dito ser 'material', e no segundo caso, o que não é formal é em geral dito ser 'informal'. O formal pode estar ligado a oito formas, sendo cinco ligados a formas e os três ligados a regras. Catarina Dutilh Novaes fala como muita propriedade sobre formal e informal na literatura. A música sem sombras de dúvidas se insere nesse contexto. Não se tem notícia, que algum ser humano seja contrário a música, no entanto ele pode se manifestar contrário de como essa música consegue adentrar a sua mente, de modo suave, agradável ou de modo estrondoso e irritante.
A música cala fundo no coração, principalmente já juventude, mas com o avanço cultural e musical ela se tornou partícipe de todas as classes sociais. Muitos gostam de música, mas não sabem cantar por não saber de cor as letras das melodias de sua preferência. Alberto Nepomuceno, Patativa do Assaré, Lauro Maia, Evaldo Gouveia, Eleazar de Carvalho, Humberto Teixeira, Fagner, Belchior, Cego Aderaldo, Ayla Maria, Juvenal Galeno, Branca Rangel, Augusto Xavier de Castro, Barbosa de Freitas, Ednardo com seu Pavão Misterioso, Carlos Severo, Paulo de Antônio Sales, Oscar Feital, Luiz Assunção (Cearense de coração), Maestro Lisboa, Fernando Weyne, Antonio Rayol, Alfredo Peixoto, astro Laranjeira, Júlio Braga, Ramos Cotoco, João Quintino, Quintino Cunha, Mamede Cirino, Manuel Cândido, Theodósio Freire, Amadeu Xavier de Castro, Amelinha, Quatro Ases e um Coringa, Manasses, Mano Alencar, Roberto Xavier de Castro, Carlos Teixeira Mendes, Joaquim Nogueira Dantas, Abidoral Jamacaru, Diva Câmara, todos esses aqui citados foram expoentes na modinha cearense. Pedro Lessa, Catullo da Paixão Cearense, que nasceu no Maranhão, mas filho de cearense teve muita influência em nossa música, ele gostava muito de modinhas.
O Ceará também tinha outros estilos de música que fizeram sucesso nacionalmente. O folclore se insere também na música e aqui citamos: Bumba meu boi, ou Boi do Ceará, dança do Coco, Torém (canto dos índios Tremembés), Maracatu, músicas juninas, Os Violeiros, Os cantadores, Os emboladores, baião, xaxado, xote, forró pé de serra, banca cabaçal dos irmãos Aniceto entre outros. “A cultura cearense é muito rica e poderíamos ficar aqui escrevendo citando muitos detalhes sobre literatura e músicas cearenses, mas encerramos com a seguinte conotação:” A música cearense, ao conseguir contornar esses percalços, sempre presenteou a cultura brasileira com importantíssimas contribuições.
O cearense Alberto Nepomuceno (1864-1920), abolicionista, parceiro de Machado de Assis, que compõe em 1903 o "Hino Oficial do Estado do Ceará" em parceria com Thomaz Lopes, é um dos mais importantes nacionalistas que inspirou Heitor Villa-Lobos; Humberto Teixeira, da cidade de Iguatu, cunhado de outro grande ilustre, Lauro Maia, que o apresentou a Luiz Gonzaga, donde nasceu uma das mais representativas obras do Nordeste; Lauro Maia, compositor, músico, arranjador, por sua vez, lançou o balanceio, um ritmo que se aproxima a um baião; na mesma época, década de 40; o violonista Aleardo Freitas, o pianista Luiz Assumpção, os maestros Mozart Brandão e Cleóbolo Maia também marcaram época na Ceará Rádio Clube e Rádio Iracema. “Esses são apenas alguns exemplos que ilustram a grandiosidade da música cearense”.
ANTONIO PAIVA RODRIGUES- MEMBRO DA ACI- DA ALOMERCE- DA UBT- DA AVSPE- DA ACE- DA AOUVIRCE
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Publicado por Adriana Vandoni
Publicado por Adriana Vandoni
Já tivemos presidentes para todos os gostos, ditatorial, democrático, neo-liberal e até presidente bossa nova.
Mas nunca tivemos um vendedor de ilusão como o atual.
Também nunca tivemos uma propaganda à moda de Goebbels no Brasil como agora.
O lema de Goebbels era uma mentira repetida várias vezes, se tornará uma verdade.
O lema de Goebbels era uma mentira repetida várias vezes, se tornará uma verdade.
O povo, no sentido coletivo, vive em um jardim de infância permanente.
Vejamos alguns dados vendidos pelo ilusionista.
O governo atual diz que pagou a divida externa, mas hoje, ela está em 230 bilhões de dólares.
Você sabia ou não quer saber?
A pergunta é: pagou?
Quitou?
Saldou?
Você sabia ou não quer saber?
A pergunta é: pagou?
Quitou?
Saldou?
Não.
Mas uma mentira repetida várias vezes torna-se verdade. Pagamos sim, ao FMI, 5 bilhões de dólares, o que portanto mostra apenas quão distante estamos do que é pregado para o povo.Nossa dívida interna saltou de 650 bilhões de reais em 2003, para 1 trilhão e 600 bilhões de reais hoje, e a nossa arrecadação em 2003 ano da posse do ilusionista que foi de 340 bilhões, em 2008 foi de 1 trilhão e 24 bilhões de reais. Este ano a arrecadação caiu 1% e, olhem bem, as despesas aumentaram 16,5%. Mas esses dados são empurrados para debaixo do tapete. Enquanto isso os petralhas estão todos de bem com a vida, pois somente com nomeação já foram 108 mil, isso sem contar as 60 mil nomeações para cargos de comissão. É o aparelhamento do Estado. Enquanto isso os gastos com infra-esturutra só subiram apenas 1%, já as despesas com os companheiros subiram para mais de 70%. Como um país pode crescer sem em infra-estrutura, sendo essa inclusive a parte que caberia ao governo? O PT vai muito bem, os companheiros estão todos muito bem situados, todos, portanto, estão fora da marolinha, mas nos outros estamos sentindo o peso do Estado petista ineficiente, predador e autoritário. Nas áreas cruciais em que se esperaria a mão forte e intervencionista do governo, ou seja, na saúde, educação e segurança o que temos são desastres e mais desastres, mortandades. O governo Lula que fala tanto em cotas raciais para a educação, basta dizer que entre as 100 melhores universidades do mundo, o Brasil passa longe. Já os Estados Unidos (eta capitalismo) possuem 20 universidades que estão entre as 100 melhores. O Brasil não aparece com nenhuma.. São números. O governo Lula também desfralda a bandeira da reforma agrária. O governo anterior fez mais pela reforma agrária que o PT, mas claro, esses números não interessam. Na verdade não deveriam interessar mesmo. Basta dizer que reforma agrária é mais falácia do que coisa concreta em beneficio da sociedade. Se querem saber, em todos os países onde houve reforma agrária, logo em seguida eles se tornaram países importadores de alimento. A ex-URSS, Cuba e China são exemplos claros do que estou afirmando. Mas continuamos com o discurso de reforma agrária. A URSS quando Stalin coletivizou a terra, passou a ser importadora de alimento e consequentemente a ser um dos responsáveis pelo aumento do preço do alimento no mundo. Entendam. Cuba antes da comunização com Fidel, produzia 12 milhões de toneladas de açúcar do mundo, hoje não produz nem 2 milhões. A Venezuela tão admirada por Lula produzia 4 mil quilos de feijão por hectares, depois da reforma agrária praticada pelo coronel Hugo Chaves só produz 500 kg por hectares. Mas os socialistas não sabem nem querem saber dessas questões, o trabalho que dá para produzir, para gerar alimentos, isso porque eles tem a sociedade para lhes pagar o salário, as contas e as mordomias, além de dinheiro do contribuinte para colocar comida na sua mesa. Mas eles não sabem nem querem saber sobre o que é produzir, cultivar, plantar alimentos. Pois bem, os companheiros acreditam nos milagres da reforma agrária. Dizem que estão mudando o país. É para gargalhar. Agora incrível, e hoje está mais do que comprovado, que a diminuição dos impostos nos setores de eletrodoméstico fez o comércio e indústria neste setor produzir e vender mais. O aquecimento na venda de carros também surtiu efeito com a redução de impostos. O que fica definitivamente comprovado que imposto nesse país é um empecilho ao progresso e ao desenvolvimento.
Mas o discurso dos petistas é outro.
Ou seja, uma mentira repetida várias vezes torna-se verdade.É o ilusionismo de Lula.
Mas uma mentira repetida várias vezes torna-se verdade. Pagamos sim, ao FMI, 5 bilhões de dólares, o que portanto mostra apenas quão distante estamos do que é pregado para o povo.Nossa dívida interna saltou de 650 bilhões de reais em 2003, para 1 trilhão e 600 bilhões de reais hoje, e a nossa arrecadação em 2003 ano da posse do ilusionista que foi de 340 bilhões, em 2008 foi de 1 trilhão e 24 bilhões de reais. Este ano a arrecadação caiu 1% e, olhem bem, as despesas aumentaram 16,5%. Mas esses dados são empurrados para debaixo do tapete. Enquanto isso os petralhas estão todos de bem com a vida, pois somente com nomeação já foram 108 mil, isso sem contar as 60 mil nomeações para cargos de comissão. É o aparelhamento do Estado. Enquanto isso os gastos com infra-esturutra só subiram apenas 1%, já as despesas com os companheiros subiram para mais de 70%. Como um país pode crescer sem em infra-estrutura, sendo essa inclusive a parte que caberia ao governo? O PT vai muito bem, os companheiros estão todos muito bem situados, todos, portanto, estão fora da marolinha, mas nos outros estamos sentindo o peso do Estado petista ineficiente, predador e autoritário. Nas áreas cruciais em que se esperaria a mão forte e intervencionista do governo, ou seja, na saúde, educação e segurança o que temos são desastres e mais desastres, mortandades. O governo Lula que fala tanto em cotas raciais para a educação, basta dizer que entre as 100 melhores universidades do mundo, o Brasil passa longe. Já os Estados Unidos (eta capitalismo) possuem 20 universidades que estão entre as 100 melhores. O Brasil não aparece com nenhuma.. São números. O governo Lula também desfralda a bandeira da reforma agrária. O governo anterior fez mais pela reforma agrária que o PT, mas claro, esses números não interessam. Na verdade não deveriam interessar mesmo. Basta dizer que reforma agrária é mais falácia do que coisa concreta em beneficio da sociedade. Se querem saber, em todos os países onde houve reforma agrária, logo em seguida eles se tornaram países importadores de alimento. A ex-URSS, Cuba e China são exemplos claros do que estou afirmando. Mas continuamos com o discurso de reforma agrária. A URSS quando Stalin coletivizou a terra, passou a ser importadora de alimento e consequentemente a ser um dos responsáveis pelo aumento do preço do alimento no mundo. Entendam. Cuba antes da comunização com Fidel, produzia 12 milhões de toneladas de açúcar do mundo, hoje não produz nem 2 milhões. A Venezuela tão admirada por Lula produzia 4 mil quilos de feijão por hectares, depois da reforma agrária praticada pelo coronel Hugo Chaves só produz 500 kg por hectares. Mas os socialistas não sabem nem querem saber dessas questões, o trabalho que dá para produzir, para gerar alimentos, isso porque eles tem a sociedade para lhes pagar o salário, as contas e as mordomias, além de dinheiro do contribuinte para colocar comida na sua mesa. Mas eles não sabem nem querem saber sobre o que é produzir, cultivar, plantar alimentos. Pois bem, os companheiros acreditam nos milagres da reforma agrária. Dizem que estão mudando o país. É para gargalhar. Agora incrível, e hoje está mais do que comprovado, que a diminuição dos impostos nos setores de eletrodoméstico fez o comércio e indústria neste setor produzir e vender mais. O aquecimento na venda de carros também surtiu efeito com a redução de impostos. O que fica definitivamente comprovado que imposto nesse país é um empecilho ao progresso e ao desenvolvimento.
Mas o discurso dos petistas é outro.
Ou seja, uma mentira repetida várias vezes torna-se verdade.É o ilusionismo de Lula.
COMO O BLOG FOI AMORDAÇADO JUDICIALMENTE PELO GOVERNO, VAMOS DIVULGÁ-LO!
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
NÃO SE FAZ MAIS RÁDIO COMO ANTIGAMENTE!
NÃO SE FAZ MAIS RÁDIO COMO ANTIGAMENTE!
Consideramos sem medo de cometer injustiças, o rádio como o maior invento dos últimos tempos. Antigamente os programas radiofônicos tinham outra conotação. Mais interação com o ouvinte, programas de auditório, novelas, programas voltados para a gurizada, cultura diversificada e entretenimento de diversos matizes. Antigamente, mesmo com o evento da publicidade o rádio não perdeu o seu glamour. Grandes radialistas fizeram história no rádio e ainda hoje são reverenciados como verdadeiros mitos. Programas ou programações marcaram época e hoje são relíquias em mãos de colecionadores. O que dizer do rádio hoje? Duas variantes permeiam e transformam a psicosfera do rádio, levando-a ao deboche e ao clamor daqueles que trabalham em prol da ética cultural.
Usadas constantemente por supostos profissionais da radiodifusão, já fazem parte da nova e horrenda programação da maioria das emissoras de rádio espalhadas pelo Brasil, à pornografia e a pornofonia. Usadas com armas de guerra para amealhar audiência, pois se fortalecem na expressão ilusória de que o povão gosta. Os que pensam assim estão verdadeiramente equivocados ou mesmo enganados. Um grande jornal de circulação no estado do Ceará na coluna inserida no tabloide “buchico”, de abidoral que ninguém sabe quem é, publica os melhores de 2010. Nesta primeira coluna do ano, resolvemos divulgar uma lista de quem se destacou no rádio e TV de Fortaleza em 2010.
Com base em avaliações da equipe e índices de audiência. Confira! Diz o colunista conhecido com abidoral, com letra minúscula mesmo. Seria surpresa se os escolhidos não trabalhassem na maior empresa de comunicação do Ceará e afiliada da Rede Globo, a Rádio Verdes Mares, TV Verdes Mares e TV Diários, do Grupo Verdes Mares de Comunicação. O melhor Comunicador do rádio, Melhor apresentadora de Noticiário de Televisão, Menção honrosa, Troféu Chico Anísio, Melhor Repórter de TV, Melhor Programa de Auditório.
A premiação mais justa e que homenageia uma das maiores jornalistas do Ceará, Adísia Sá, que premiou aquele que consideramos o gênio da radiodifusão em nosso Estado, o profissional Narcélio Lima Verde. Achamos injusta a escola do melhor comunicador do rádio e do melhor programa de auditório, bem como o programa que foi aquinhoado com o Troféu Chico Anísio. Citamos esses pormenores, por que as escolhas da qual discordamos recaem na premissa do uso da pornografia e da pornofonia como ponto alto e cujo intuito único é angariar para as hostes da emissora, audiência e para os apresentadores a fama sem ética.
Temos notado o esforço de muitos profissionais que fazem bons programas, mas não têm seus nomes lembrados. Faz pena e dó. Não nos preocupamos em citar nomes, mas os ouvintes sabem de quem falamos. Queremos enaltecer o nome de um grande profissional do rádio que foi escorraçado dessa mesma empresa, talvez por não aderir à pornografia, seu nome: Carlos Augusto mais conhecido como o “amigão”. E assim caminha a radiodifusão no estado do Ceará e ninguém toma providências. A palavra ética, muito usual nos dias atuais, está se esvaindo e cedendo lugar a trasgos de baixarias, palavras de duplo sentido, procedimentos indignos, ou pérfidos, sórdidos e situações decorrentes de radialistas que esqueceram que o rádio foi programado para educar, e não deseducar.
O rádio deve ter uma linha de ação norteadora a todos os que têm compromisso com o microfone. Não só o repórter, o redator, mas principalmente o locutor, deve mensurar o que vai expor aos seus ouvintes. O radialista, seja qual for o seu campo de atuação, tem o dever de cultivar a precisão, a clareza, a objetividade, a seriedade. O que menos se vê em alguns programas de rádio aqui em Fortaleza é a seriedade e, quando se reclama, eles afirmam que o povão gosta como citei nas entrelinhas dessa matéria. Temos uma missão árdua de melhorar a programação de rádio da terra alencarina, mas se não tivermos o apoio necessário estaremos nadando contra a maré.
O jornalista Armando Figueiredo diz que o radialista tem que ter plena noção de que milhões de brasileiros, nas áreas urbanas e rurais, dependem da massa de informações que lhes proporciona o rádio, que tão profundamente influi na sua formação para criar juízos próprios e, assim, assumir e manter cidadania (qualidade ou estado de cidadão). Não queremos fazer juízo de valor, mas queremos expor um vírus que se espalha enodoando a nossa classe e a nossa profissão.
“Muitas vezes o ego nos aprisiona em crenças e valores do passado que não são mais verdadeiros para nós. Tomamos uma atitude libertadora quando inspiramos profundamente a luz da nossa Alma e permitimos que essa mesma luz revele o potencial de renovação que carregamos interiormente e dissolva crenças aprisionantes. Viver inteiramente o momento presente é a atitude mais liberadora que existe”. Pense nisso!
ANTONIO PAIVA RODRIGUES- MEMBRO DA ACI- DA ALOMERCE- DA AOUVIRCE- DA UBT E DA AVSPE
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